Estava aqui gravando um vídeo sobre marketing de conteúdo e pensei: Há um tempo atrás existiu um boato que o Roberto Carlos, o cantor, comprava músicas de outros autores e assinava como o seu nome.

Isso, como compositor único da canção. Sabendo que era boato, me confortei, mas achei bem esquisito alguém querer comprar méritos de criatividade sem realmente ter (feito ou escrito).

OK, empresas compram méritos de criatividade em propagandas. Mas, como existe uma assinatura empresarial, aparentemente existe um acordo comercial de equipe, seja uma empresa terceira ou um funcionário.

A grande questão é que o marketing digital expandiu as empresas de primeiro nome próprio.

Enfim, vemos por aí páginas que levam nomes como, por exemplo… José Luiz Coach

Imagine que o José compre textos de plataformas de conteúdo e assine com o nome dele. Qual seria a sua reação? E outra, se o cliente do José perguntasse:

– José, foi você que escreveu aquele texto?

Seria a mentira a melhor saída de José Luiz? Ok, José comprou conteúdo com objetivo de conquistar posição nos motores de busca da internet, além de adquirir credibilidade com seus clientes. Porém, quando existe essa compra, parece que a necessidade de informar continua em segundo plano.

Chega a ser engraçado, é como uma mulher que compra uma cirurgia de silicone e alguém pergunta indelicadamente: –

– Este seio é seu ou é de silicone?
– É meu e é de silicone!

Propriedades intelectuais sendo vendidas como produtos: Usurpador ou comprador? Intelectual por assinatura? Música autoral por encomenda?

Eis a dúvida, eis o mercado!

– Texto escrito por mim, mas que pode ser vendido para você assinar sem Jouber Nabor –

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